Recebemos a triste notícia que a Cláudia Matos Silva anunciou o fim do Podcast OPA. Transcrevemos o comunicado que chegou à nossa caixa de correio. Deverá servir de reflexão.
"É o fim.
Mais de dois anos depois do surgimento da OPA – Onda Portuguesa no Ar – cujo objectivo era divulgar a nova música portuguesa, dou por terminado o projecto.
Muito me orgulha saber que a OPA fez a diferença não só como programa de rádio mas também como podcast. No calor da OPA outros projectos surgiram e os que já existiam viram-se forçados a fazer mais e de qualidade. Nada melhor do que a competitividade para elevar o nível. É por isso que proliferam os programas que divulgam a música nacional e nunca são demais!
No próximo sábado, dia 28 de Março, encerra a 14ª edição do Festival de Música Moderna de Corroios. O evento, dedicado à promoção e valorização da nova música portuguesa, leva à final de 2009 as bandas Fato Feto (Évora) , Iconoclasts (Lisboa) e Money Makers (Cascais). O encerramento da noite está entregue aos Linda Martini que viram reconhecido o seu trabalho com o lançamento em 2006 do álbum "Olhos de Mongol" e em 2008 do álbum "Marsupial".
Sábado passado seria pautado pela polémica futebolística mas no
Ginásio Clube de Corroios não havia dúvidas. Até ao momento, de entre
as quatro sessões da edição deste ano do Festival, foi possivelmente a
noite mais inspirada e equilibrada. Três bandas, uma melhor que a
outra, o público em crescendo e o encerramento apoteótico com dois
“encores” dos The Profilers. E assim se faz música em Portugal!
Os
Hot Limousine, de Alcobaça não trouxeram a ginga, mas um
profissionalismo de fazer inveja a muitos veteranos. Não negam alguma
parentalidade artística com os Dapunksportiff, colectivo de Peniche,
que também pertence à família do Festival de Corroios. Os muito
tenrinhos Hot Limousine entraram a rasgar como gente grande ao tocar a
malha “Runaway It’s Coming”.
Depois do êxito da apresentação e da bem sucedida itinerância do espectáculo «Maldoror», onde as marcações, o cenário e o guarda-roupa ditavam as regras, os Mão Morta regressaram à liberdade do clássico concerto musical onde exploram o seu longo repertório de canções e manifestos de «E Se Depois» a «Budapeste», passando por «Anarquista Duval», «Em Directo (Para a Televisão)» ou «Cão da Morte». A digressão daí resultante, iniciada em 21 de Novembro do ano passado, num esgotado Fórum S. Bento de Menni, em Barcelos, e intitulada explicitamente «Ventos Animais» (título de uma canção do seu segundo disco, «Corações Felpudos»), tem sido revisitação e jubilação de um património partilhado, transmutando os ventos animais em sopros de festa rija e inesquecível.
Nos próximos dias 27 e 28 de Março realiza-se a 6ª edição do Moita Metal Fest. Este Festival, inserido na Quinzena da Juventude da Moita, acontece na Sociedade Filarmonica Estrela Moitense e é dedicado exclusivamente ao Metal Português.
No dia 27 (sexta) os concertos começam as 21h e no dia 28 (sábado) às 16h, com paragem para jantar e recomeço das hostilidades às 21h. Os bilhetes custam 3,5€ por dia.
Os The Amazing Flying Pony, de Coimbra, venceram, no sábado à noite, a terceira e última eliminatória do 5.º Concurso de Bandas de Garagem de Setúbal.
Os “Pony” tornaram-se finalistas com a distinção de melhor banda da noite, enquanto os Clunk!!, de Lisboa, também conquistaram o acesso à final ao serem leitos pelo júri os melhores segundo classificados das eliminatórias disputadas.
O jamaicano Lee “Scratch” Perry é a primeira confirmação do Festival de Músicas do Mundo de Sines. DJ, música, técnico de som e produtor musical de nomes míticos como Bob Marley & The Wailers, Max Romeo e The Clash, ocupa um lugar na história junto a outros pioneiros como pioneiros como George Martin, Phil Spector e Brian Wilson.
Determinante no nascimento do ritmo lento que ajudou a conferir autonomia estilística ao reggae em relação ao pulsar mais rápido do seu género ascendente, o ska, as experiências de Perry na mesa de mistura são também hoje consideradas consensualmente como fundamentais para que tomasse forma outra criação de génio da música da Jamaica, o “dub”.
Os Katharsis cativaram o público e o júri na segunda eliminatória do 5.º Concurso de Bandas de Garagem de Setúbal, no sábado à noite, e garantiram a presença na final desta iniciativa do Mês da Juventude.
Músicas do mundo é o género da banda de Oeiras, composta por sete elementos, que tocam instrumentos como guitarras, baixo, bateria, percussão, banjo, trompete e didgiridoo.
Os Katharsis e as bandas setubalenses Tears of the Sun e The Doups são os grupos já apurados para a final do 5.º Concurso de Bandas de Garagem, evento do m@rço.28, programa municipal que assinala o Mês da Juventude.
Nesta segunda eliminatória participaram, também, os Hot Limousine, de Alcobaça, e os Clunk!!, de Lisboa, ambos com estilos de puro rock, e os setubalenses Keritsu, com rock alternativo.
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